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Mercado brasileiro de dermocosméticos amadurece

Novos players, qualidade, segurança, inovação e lançamentos vêm conquistando consumidores mais exigentes

Na pesquisa Atitudes em Relação aos Dermocosméticos, realizada pela Mintel no final do ano passado, 30% dos entrevistados afirmaram nunca terem usado dermocosméticos. Para Juliana Martins, analista de Beleza e Cuidados Pessoais da Mintel, esse resultado revela que os consumidores brasileiros ainda conhecem pouco sobre os produtos e seus benefícios.

Na pesquisa, foram entrevistados 1.463 usuários de Internet, dos quais 34% afirmaram ter pele oleosa. Desses, 25% afirmaram nunca ter usado dermocosméticos. Entre os que usam, eles buscam benefícios como proteção solar (60%) e ação antiacne (62%). “As marcas podem, assim, comunicar novos produtos para esses brasileiros, levando em conta posicionamentos buscados por eles. É uma oportunidade para atrair novos consumidores com pele oleosa”, observa a analista.

Considerando que 44% disseram que os dermocosméticos melhoram a saúde e a aparência da pele ao mesmo tempo, Juliana acredita que as marcas podem explorar comunicações mais emotivas. “As marcas têm oportunidades de comunicar seus produtos de uma maneira mais emocional, explorando nas embalagens termos que façam alusão a emoções positivas”.

Apenas 19% afirmaram que os dermocosméticos são mais eficazes para resolver problemas de pele – como acne – do que os cosméticos normais. A analista explica que essa fatia é considerada baixa porque é justamente na eficácia que os dermocosméticos procuram se diferenciar. “Seria interessante educar os brasileiros quanto aos benefícios que esses produtos proporcionam”, diz, sugerindo ações nos locais de compra e reforço da comunicação junto a médicos e dermatologistas.

Juliana também vê potencial em maquiagem dermocosmética para ajudar a diversificar o mercado, considerando que 36% disseram buscar nos dermocosméticos o benefício de correção de manchas (clareadores). “Esse benefício está bem próximo da categoria de maquiagem, como BB cream e CC cream. Produtos multifuncionais com funções de maquiagem poderiam abrir um maior espaço para os dermocosméticos”.

Ingredientes inovadores

Para Alberto Keidi, diretor-presidente da Protocolo Consultoria, prever o que vem por aí em dermocosméticos é um grande desafio: “Descrever em tempo real as principais tendências que estão surgindo ou as que virão no segmento de dermocosmético é uma difícil tarefa, pois a cada dia temos à nossa disposição ingredientes inovadores e funcionais lançados, que nos permitem criar produtos com outros diferenciais ou mesmo otimizarmos benefícios já explorados”, diz. “É preciso entender que toda novidade sempre será acompanhada do suporte da pesquisa clínica e conceitos sobre condições específicas da pele, cabelo ou couro cabeludo. Talvez o principal ponto, quando falamos de expectativa no uso de um dermocosmético, seja a eficácia”.

Keidi ressalta que a expectativa de resultados positivos é muito maior quando comparada aos cosméticos de outra categoria. “Trazer resultados imediatos e perceptíveis é o fator-chave para o sucesso de um produto, linha ou marca”. Ele lembra que eficácia e segurança são fatores intrínsecos da categoria. Assim, agregar valor com a abordagem de outros conceitos torna-se um grande diferencial.

Sustentabilidade também é fundamental para o negócio: “Os consumidores estão mais informados, exigentes e conscientes dos impactos negativos no uso de ingredientes para o meio ambiente ou para a sociedade. Qualquer marca ou produto que estejam em desacordo com esta diretriz terá pouca chance de sucesso”, alerta.

A inovação no caso dos dermocosméticos, para Keidi, nem sempre é criar algo que não existia, mas pode ser entendida como atender a uma demanda reprimida ou até então não considerada. “Este segmento é movido e condicionado à dinâmica de lançamentos de novos produtos. Quando um consumidor visita seu dermatologista sempre questionará e perguntará por novos produtos”.

“No radar das empresas estão conceitos como produtos veganos, orgânicos e com certificação Halal”, aposta Keidi, que também cita conceitos e produtos relacionados a combater os impactos da poluição e do estresse ambiental, assim como os probióticos, que têm forte presença nos recentes lançamentos.

Novos apelos

Patrícia Andrei Saslavsky, diretora técnica da PAS Consult, consultoria em desenvolvimento de produtos e marketing, também enxerga oportunidades em produtos antipoluição, que neutralizam a formação de vários tipos de radicais: “Há pouco tempo atrás, a ação antipoluição era secundária, fazia parte de uma pequena parcela de produtos de mercado. Hoje, temos linhas de produtos específicas para esta finalidade, levando junto ações secundárias”.

A pluralidade, que significa um produto com diversos benefícios, também é tendência apontada por Patrícia. “Hoje em dia, um produto não pode mais apresentar apenas a sua função principal, é fundamental surpreender o cliente, entregar benefícios adicionais e funcionais”. Ela cita como exemplo os hidratantes faciais, que deve ter funções adicionais, como proteção solar, ação antioxidante, tonalizante, entre outras.

Luz azul e poluição

Uma das mais recentes preocupações e que se mostrou um grande desafio para os fabricantes é a luz azul emitida pelos computadores, celulares, tablets e pela maior parte dos aparelhos eletrônicos. Além do sol, ela pode acelerar o processo de envelhecimento da pele, como geração de radicais livres, hiperpigmentação e glicação de proteínas.

Pensando em uma proteção completa para o consumidor e em como ajudar seus clientes da indústria de beleza, a Adélia Mendonça Cosméticos traz uma nova abordagem contra o fotoenvelhecimento cutâneo, SUN SCIENCE – protetor solar de amplo espectro FPS 40/PPD +++, com 12 horas de proteção.

Desenvolvido com tecnologia altamente especializada dentro dos conceitos mais modernos da dermocosmiatria. Possui ampla proteção UVA e UVB, que protege contra os efeitos nocivos do sol. Atua também eficazmente na absorção da radiação emitida pelos comprimentos de onda da luz azul, encontrada nas telas de celulares, computadores, televisores e nas lâmpadas, através da exclusiva proteção DNA fuller para rejuvenescimento digital. Reduz os efeitos cutâneos induzidos através da exposição direta a radiação Infravermelho (IR).

Oferece proteção ao DNA celular, aumenta a resistência a metabólitos radicalares e reduz produtos finais de glicação avançada. Mediante ao seu alto efeito detoxificante, age sobre os resíduos cumulativos gerados pela poluição urbana.

Sabe-se que o mercado brasileiro, devido às características climáticas do país, possui uma grande demanda por produtos direcionados a peles oleosas. Os consumidores com este tipo de pele buscam produtos mais leves, com sensorial agradável, e com baixas concentrações de substâncias oleosas. Os produtos denominados “oil free” possuem grande aceitação nesta fatia do mercado de skin care. O SUN SCIENCE além de proporcionar um toque mais seco à formulação, é capaz de absorver a oleosidade da pele no decorrer do dia, evitando que a pele aparente brilho excessivo.

Considerado o protetor solar do futuro com blindagem facial total.

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