Mais conhecida entre os dermatologistas como DPN a dermatose papulosa nigra se caracteriza por pequenas lesões com aparência de verrugas, que surgem nas áreas mais expostas da pele, como rosto e pescoço. Assintomáticas e benignas, elas não causam dor, não coçam e não trazem risco de originar um câncer.

Se trata de uma forma de ceratose seborreica que é uma lesão inflamatória, enegrecida, e com relevo irregular. A maior diferença entre uma e outra é o tamanho das lesões: na DPN, elas são menores no rosto. Até a histopatologia entre as duas é igual.

Mais frequente em pessoas de pele escura, como negros e mulatos, a DPN surge na idade adulta, entre 30 e 60 anos. A hereditariedade aumenta a probabilidade desta dermatose se manifestar. As lesões podem ser pendunculadas (elevadas e caídas) ou baixas, grudadas na pele, apresentando uma superfície rugosa de cor marrom escura ou preta.

No começo são pequenas, do tamanho da cabeça do alfinete. Com o tempo, atingem 2 a 5 mm de diâmetro. Se não forem tratadas, aumentam de tamanho e multiplicam, deixando a pele marcada. Não há como prevenir o seu aparecimento. Mesmo em peles protegidas do sol, não se pode garantir que a doença não vá se desenvolver.

Terapias brandas, as preferidas

Vários tratamentos podem ser indicados, conforme o tipo das lesões, a intensidade do problema e a orientação do médico. “Como a DPN atinge predominantemente pessoas de pele escura, não uso procedimentos muito fortes, como ácidos, porque a chance de manchar a pele é maior”, explica a Dra. Denise Vax, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Recomenda-se o tratamento de shaving para lesões pedunculares, uma vez que o procedimento corta a base da lesão com uma tesoura fina ou lâmina de bisturi, quase sem sangramento. Em lesões muito pequenas, nem é preciso usar anestesia tópica, além de traumatizar menos a pele e ter menos chance de escurecer a região.

Conforme o número de lesões, pode levar apenas 30 minutos. Nos casos de pacientes com mais de 20 pontos a serem tratados, a especialista opta por fazer o shaving em uma área apenas, para avaliar como o tratamento evolui.

A cicatrização acontece em uma semana. Nesse período, aconselha-se lavar o rosto com sabonete neutro e não esfregar a toalha sobre a pele, para evitar inflamações. E também fazer uso de uma pomada cicatrizante durante os 7 dias seguintes. Não há contra indicações para a limpeza de pele na semana do tratamento, mas é bom lembrar a importância do uso contínuo de protetor solar.

A curetagem é outro tratamento pouco invasivo indicado para a DPN. Combinada à eletrocoagulação, consiste em raspar as lesões com uma cura (espécie de alça de metal). Se essa raspagem não for suficiente, o dermatologista usa o bisturi elétrico. A Dra. Denise Vax diz que primeiro é aplicado um creme anestésico sobre a região a tratar. “Através do bisturi, a corrente elétrica queima as células das lesões, deixando uma crosta escura, eliminada ao longo da cicatrização”, explica.

Os cuidados após os procedimentos se resumem a lavar a pele com sabonete neutro, aplicar creme cicatrizante e protetor solar.

Outras opções

Existem ainda as opções da criocirurgia, ou crioterapia, que utiliza um aparelho chamado crio spray, que produz um jato fino de nitrogênio líquido. Aplicado diretamente sobre a lesão cutânea, ele a congela, eliminando as células da área.

Outra possibilidade é a cauterização que consiste na aplicação de uma substância cáustica no local, em geral um ácido, com o mesmo objetivo. Por serem mais agressivas, no entanto, essas terapias não são recomendadas pela dermatologista consultada.

Diante de qualquer tipo de lesão cutânea, o mais importante é procurar logo o médico para que ele indique a melhor maneira de trata-la, e nunca recorrer a medicamentos usados por recomendação de leigos. No caso da dermatose papulosa nigra, embora não haja risco de a lesão se tornar cancerígena, o aspecto estético justifica o tratamento.

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Fonte: Les Nouvelles

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