A gravidez é um período de intensas modificações no organismo feminino, durante o qual praticamente todos os sistemas são afetados. Esse período acarreta alterações físicas, como sensação de peso e cansaço, além de metabólicas, hormonais, emocionais e sociais.

O profissional de estética tem um papel importante, em parceria com demais profissionais da saúde, destaca a professora e esteticista Cristina Duarte Lépore. As alterações estéticas mais frequentes e que merecem atenção do profissional são aumento da espessura da pele, da gordura subdérmica e da atividade das glândulas sudoríparas e sebáceas e estriamento da mama e abdome.

Com recomendação e acompanhamento médico, o profissional de estética pode desenvolver propostas terapêuticas que previnam grandes mudanças estéticas. Para reverter ou prevenir as alterações que podem surgir, de forma segura para a mãe e o bebê, é preciso respeitar alguns critérios.

A indicação e o uso de dermocosméticos deve se basear em dados publicados em estudos, levando em conta o perfil de segurança conhecido até o momento. Além disso, é importante considerar o binômio risco-benefícios e a real necessidade de uso.

No Brasil, são utilizadas principalmente informações publicadas pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão americano que regulamenta a comercialização de medicamentos, e as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O FDA organizou os medicamentos nas categorias A, B, C, D e X, sendo que as substâncias seguras para a gestação estão nas duas primeiras. Além delas, também podem ser indicadas substâncias e matérias-primas de origem vegetal cujo uso é comprovadamente seguro e que apresentam benefícios terapêuticos relevantes.

Considerando todos esses parâmetros, especialistas recomendam os óleos de algodão, amêndoas-doces e cárdamo, ricos em ácidos graxos essenciais, para hidratar o corpo, prevenir estrias e melhorar a função de barreira.

A higiene da pele pode ser feita com uma loção hipoalergênica, que limpa profundamente, sem obstruir os poros, e mantém sua umidade natural. Para tonificar o rosto, a associação de ativos como o extrato de camomila matricária, PCA-Na e Alantoína restaura o equilíbrio da pele, é calmante e anti-inflamatória. A vitamina C é excelente aliada para suavizar manchas, favorece a síntese de colágeno e glicosaminoglicanas, proporciona elasticidade e firmeza. Finalmente, é importante proteger-se dos raios UVA e UVB com um produto livre de filtros químicos e de óleo, indicado para peles sensíveis ou sensibilizadas.

Hormônios comandam as mudanças

Assim como em outros momentos da vida da mulher, também na gravidez um dos maiores responsáveis pelas alterações que ocorrem em seu corpo são os hormônios. Sua ação pode levar, por exemplo, ao escurecimento da pele das axilas, virilha, face interna das coxas e aréolas mamárias. Manchas e cicatrizes pré- existentes pode se acentuar.

A fisioterapeuta dermatofuncional Valquiria Meira diz que sobretudo o estrógeno e a melanocortina agem sobre os melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele. “Outra alteração que pode ocorrer, em torno de 14 semanas de gestação, é o surgimento da linha nigra, que divide o abdômen ao meio. Todos esses sinais desaparecem aos poucos, após o parto,” tranquiliza.

O melasma, mancha escura localizada no centro da face, na testa, buço ou maçãs do rosto, é outra preocupação para a gestante. A dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, diz que se trata de uma condição genética, ou seja, a mulher tem quem predisposição para seu aparecimento. “Os hormônios da gestação, associados à exposição solar, desencadeiam o problema. A principal forma de evitar seu aparecimento é por meio do uso do fotoprotetor, com bloqueio físico, e chapéu com fotoproteção”, recomenda.

O tratamento do melasma pode ser iniciado logo após o parto, mesmo durante a amamentação. Em relação à limpeza de pele, a médica observa que o procedimento é liberado durante toda a gravidez, desde que sejam evitados produtos com ácidos retinoico, salicílico e glicólico. “Peelings também são contraindicados porque as substâncias contidas neles são absorvidas pelo organismo e podem chegar ao bebê”, alerta.

A depilação pode ser feita com cera quente ou fria, desde que após as 12 primeiras semanas de gestação, especialmente na região íntima, por conta da força mecânica. “Apenas a depilação a laser, com luz pulsada e cremes depilatórios, deve ser evitada”, esclarece Valquiria Meira.

 

Kit para tratamento de gestante Adélia Mendonça

 

Na gravidez acontecem mudanças visíveis na pele: irritação, eczemas, alergias e manchas. Para controlar e evitar o uso de ácidos que são prejudiciais aos bebês, a opção é investir em tratamentos cosmiatricos que reduzam a sensibilização hormonal naturalmente induzida.

Para as futuras mamães disponibilizamos um kit com os dermocosméticos Adélia Mendonça totalmente dedicado a elas.

Clean Up – espuma de limpeza com colágeno

Hidraction Tonic C – loção tônica herbal hidratante com vitamina C

Provitality C –  sérum regenerador com vitamina C

Stop Sun FPS 50 – fotoprotetor de alta resistencia com ampla proteção UVA/UVB

Clean Face Cream – creme clareador da pele

 

Os dermocosméticos Adélia Mendonça associados a este kit possuem fórmulas elaboradas com altas concentrações de ativos que oferecerem ação regeneradora, antioxidante, clareadora, hidratante, limpeza profunda, rejuvenescedora e fotoprotetora. Promove luminosidade à pele, reduzindo focos de oleosidade, além de estimular um aumento da firmeza cutânea.

 

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Fonte: Revista Les Nouvelles

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